Quinta da Pigarra Alvarinho Espumante Bruto 2005
Parece cada vez mais ponto assente que os produtores de Alvarinho da região dos Vinhos Verdes se interessam em fazer vinhos espumantes. São já algumas boas referências no mercado, e será talvez, atrás da Bairrada a segunda região com mais espumantes produzidos.
Da sub-região de Melgaço, a M.B. Agricultores lança pela primeira vez um espumante da Quinta da Pigarra, feito pelo método clássico, exclusivamente com Alvarinho.
Com 12,5%Vol. e uma cor amarela esverdeada com a bolha muito viva e cheia de vigor, algo desordenada.
No nariz, o perfil da casta mostra-se logo, com um perfil floral e primaveril. O aroma tem alguma exuberância, com citrinos, bolacha e muito mineral. Apesar da sua juventude e nervura no aroma, está um nariz equilibrado, com uma boa envolvência de aromas, onde uma ligeira tosta harmoniza todo o conjunto.
Na boca, vincado, de acidez elevada e com a bolha bem presente. A textura é crocante, com muita energia, muito fresco, predominando notas de maçãs verdes e citrinos. Esta personalidade faz com que a boca fique completamente limpa de tudo o que possamos estar a comer, o que será bom para alguns pratos mais gordos, onde esta fantástica acidez e frescura contrabalançem muito bem. O final é seco, fresco e com muito perfume floral. Um espumante que talvez melhore com o tempo, para ganhar alguma elegância, mas se se quiser apanhar esta fase vivaça é melhor não lhe dar tempo.
Nota 15,5
Da sub-região de Melgaço, a M.B. Agricultores lança pela primeira vez um espumante da Quinta da Pigarra, feito pelo método clássico, exclusivamente com Alvarinho.
Com 12,5%Vol. e uma cor amarela esverdeada com a bolha muito viva e cheia de vigor, algo desordenada.
No nariz, o perfil da casta mostra-se logo, com um perfil floral e primaveril. O aroma tem alguma exuberância, com citrinos, bolacha e muito mineral. Apesar da sua juventude e nervura no aroma, está um nariz equilibrado, com uma boa envolvência de aromas, onde uma ligeira tosta harmoniza todo o conjunto.
Na boca, vincado, de acidez elevada e com a bolha bem presente. A textura é crocante, com muita energia, muito fresco, predominando notas de maçãs verdes e citrinos. Esta personalidade faz com que a boca fique completamente limpa de tudo o que possamos estar a comer, o que será bom para alguns pratos mais gordos, onde esta fantástica acidez e frescura contrabalançem muito bem. O final é seco, fresco e com muito perfume floral. Um espumante que talvez melhore com o tempo, para ganhar alguma elegância, mas se se quiser apanhar esta fase vivaça é melhor não lhe dar tempo.
Nota 15,5
Etiquetas: ESPUMANTES, VINHOS VERDES


